Compramos empresas em Portugal e Espanha · Compramos para ficar

Uma casa para o que construiu.

A Alce compra empresas familiares e de nicho, e fica com elas. A equipa, o nome e a forma de fazer as coisas continuam os mesmos. E o dono continua à frente, enquanto quiser.

O que é a Alce

Vender a empresa não devia significar perdê-la.

Qualquer dono acaba por fazer a mesma pergunta: quem vai gerir isto quando ele já não estiver à frente.

As opções habituais parecem-se mais entre si do que se julga. Um fundo compra para vender dentro de quatro ou cinco anos, e tudo o que faz até lá é feito a pensar nessa venda. Um concorrente compra para absorver: a marca, a equipa e a forma de fazer as coisas duram o que durar a integração.

A Alce é outro tipo de comprador

A Alce não é um fundo. É um grupo empresarial que compra empresas e fica com elas: sem prazos, sem ninguém à espera de reaver o dinheiro, sem planos de integração. O que as empresas geram é reinvestido na compra de novas empresas, ano após ano.

É um modelo que funciona há décadas no norte da Europa e nos Estados Unidos. Em Portugal e Espanha ainda não existe um comprador de referência que o faça. Queremos ser esse comprador.

Como trabalhamos

Não nos metemos no dia a dia. As decisões são tomadas na empresa, que é onde está a informação. O nosso papel é outro: trazer o que uma empresa sozinha não costuma ter — financiamento para crescer, ajuda em contratações-chave e o que já resultou nas restantes empresas do grupo — e estar presentes quando o dono quiser uma segunda opinião.

Não compramos a qualquer preço. Compramos poucas empresas, bem escolhidas, a preços justos e sem dívida excessiva. Se uma operação não faz sentido, preferimos esperar.

Não mudamos o preço à última hora. O preço que acordamos é o que pagamos. As revisões anteriores ao fecho servem para confirmar, não para baixar o preço.

Não vendemos. O que as empresas ganham é reinvestido em fazê-las crescer e em comprar outras. É assim que se constrói um grupo que dura décadas.

Critérios

Que empresas compramos

Compramos empresas em Portugal e Espanha que, em geral, cumprem estas condições. Se reconhece a sua empresa nestas linhas, vamos conversar.

  1. Tamanho

    Empresas que geram entre um e quatro milhões de euros de EBITDA por ano.

  2. Rentabilidade

    Margens de dois dígitos e geração de caixa previsível, sem necessidade de grandes investimentos todos os anos para se manterem.

  3. Posição

    Líderes no seu nicho, difíceis de substituir para os seus clientes. Não é preciso ser grande: é preciso ser o melhor em algo concreto.

  4. Clientes

    Negócio B2B, com receitas recorrentes e uma base de clientes diversificada.

  5. Equipa

    Preferimos que o dono continue à frente. Quando não é possível, um plano de transição ordenado também funciona.

  6. Setor

    Interessa-nos o negócio, não a moda do setor. Preferimos indústria ligeira, distribuição com valor acrescentado e serviços a outras empresas, mas se o negócio for bom e nós o entendermos, interessa-nos.

Para proprietários

O que muda e o que não muda

Vender é a maior decisão que um dono toma sobre a sua empresa, e nunca é apenas uma questão de preço. Estas são as perguntas que todos os donos nos fazem, respondidas de antemão.

O dono continua à frente

O nosso cenário preferido é que o dono continue a dirigir a empresa. Se a certa altura quiser passar o testemunho, preparamos essa passagem juntos, com todo o tempo que for necessário: o natural é que alguém da casa assuma a liderança. Trazer alguém de fora é o último recurso, não o primeiro.

Continua sócio

Compramos a maior parte do capital e pedimos ao dono que mantenha uma participação relevante; na maioria dos casos, cerca de um quarto. Não é uma formalidade: queremos que continue a fazer parte do projeto a longo prazo. Se o seu caso for outro, podemos falar.

O dia a dia não muda

Não compramos para cortar nem para desmontar o que funciona; compramos precisamente porque funciona. A empresa continua a ser dirigida a partir de dentro, e a sua equipa continua a fazer o seu trabalho com as pessoas de sempre. Não estamos em cima da empresa; estamos ao lado dela.

O que muda, na prática

Um conselho onde acompanhamos juntos a evolução da empresa e as decisões importantes, informação financeira clara e em dia, e um sócio a quem ligar antes de uma decisão difícil. É isso que muda. Tudo o resto fica onde estava.

O nome fica

Nem integração, nem mudança de marca, nem passar a ser uma divisão de outra empresa. A empresa continua a ser a empresa.

O património fica protegido

Quase tudo o que construiu está dentro da empresa. Com a venda, garante desde já uma parte importante, sem abdicar do que vier a seguir.

Uma alternativa real

Enquanto outros compram já com a venda em mente, nós compramos para ficar.

Um fundo Um concorrente
Prazo Vender em 4 ou 5 anos Absorver e integrar Para sempre
Papel do dono Substituído ou sob pressão Dispensável após a integração À frente o tempo que quiser
A equipa Reestruturação habitual Funções duplicadas e saídas Fica como está
A marca Mantém-se até à revenda Desaparece Fica
O dia a dia O plano do fundo e relatórios constantes Os procedimentos do comprador Os mesmos, com mais meios

Como isto começa

Tudo começa com uma conversa.

Uma conversa, e nada mais. Conte-nos o que quiser. Sem documentos, sem assinar nada, com total confidencialidade.

Se fizer sentido, apresentamos-lhe um preço em breve. Antes de lhe pedir informação sensível e antes de gastar um euro em consultores e advogados.

E se não fizer sentido, dizemos-lho com a mesma rapidez.

Equipa

Quem somos

Somos dois sócios e trabalhamos há anos na compra e venda de empresas, do lado de quem assessora e do lado de quem investe. Participámos em muitos processos de venda e vimos demasiadas vezes o que acontece a uma boa empresa quando o comprador tem pressa de a revender. A Alce existe para ser o comprador que faltava nessas mesas: o que compra para ficar.

César de la Joya Parladé

César de la Joya Parladé

Sócio fundador

Mais de uma década em operações de compra e venda de empresas. Trabalhou na Barclays, ING e H.I.G. Capital, assessorando e comprando empresas em Espanha e no resto da Europa. Licenciado em Gestão de Empresas pela CUNEF.

cesar@alcegroup.com

Amadeo López-Bachiller Nogueira

Amadeo López-Bachiller Nogueira

Sócio fundador

Mais de seis anos em compra e venda de empresas, com experiência na Barclays, Crédit Agricole e Alantra. Dupla licenciatura em Gestão e Direito pela IE University e MBA pelo INSEAD. Membro da Associação da Empresa Familiar (Espanha).

amadeo@alcegroup.com

Contacto

Vamos conversar

Se anda a pensar no futuro da sua empresa, mesmo que seja cedo e não tenha nada decidido, escreva-nos. A conversa é confidencial e não o compromete a nada.